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18 de Dezembro de 2020
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Licença-maternidade de 180 dias já!
Sindpd irá propor a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias para Convenção Coletiva dos profissionais de TI



A licença-maternidade é um direito conquistado pela classe trabalhadora e prevê pela CLT 120 dias de afastamento do trabalho para se dedicar aos primeiros meses após o nascimento de um bebê ou a adoção. Seguindo as leis e lutando por melhorias, o Sindpd trava a anos uma discussão para que mudanças positivas ao redor dessa lei sejam concretizadas.

Uma delas, já existente na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) do Sindpd, que garante a estabilidade de 30 dias após o fim da licença-maternidade onde não poderá haver demissão, garantindo que a mulher não seja pega de surpresa em um momento de intensa transição na vida pessoal e profissional. Além disso, o Sindpd já recomenda que todas as empresas adotem 180 dias de licença-maternidade.

Porém, para 2021 o Sindicato dos Profissionais de TI quer ir além. O Sindpd irá propor ao patronato que a partir da Convenção Coletiva de 2021 seja adotada para todas as trabalhadoras da categoria a licença-maternidade de 180 dias.

Para a diretora Adriana Hilário, mãe de uma criança de dois anos, todas as mudanças conferidas pelo sindicato são de extrema importância para as mães que pretendem dividir a vida entre a maternidade e o profissional. "Além de oferecer um conforto financeiro e poder receber integralmente o salário e benefícios previsto na lei, com as melhorias feitas pelo Sindpd só se reforça o quanto é importante apoiar todas as ideias trazidas pelo sindicato para que mãe e bebê sejam impactados positivamente sempre" disse a diretora.

Adriana ainda enfatizou que nos dias atuais a mulher que se torna mãe em várias situações tem necessidade, por motivos financeiros ou por querer continuar na carreira, de voltar ao trabalho. "Em muitos casos a mulher é quem sustenta a família ou recebe o maior salário, em alguns casos a mãe cria o filho sozinha, não há nada mais justo que a licença-maternidade ampliada, para que a mulher possa ser mãe e possa ter tempo de se planejar para voltar ao trabalho" afirmou.

Já para Carolina, associada do Sindpd e que se tornou mãe recentemente, o a estabilidade e a licença-maternidade são ainda mais fundamentais diante o momento de pandemia e incertezas do mundo e do mercado de trabalho. Para Carolina, o sindicato cumpre um papel de mediar o diálogo entre trabalhadoras e empresa e prestar esclarecimento de como funciona o processo da licença-maternidade, além das diferenças presentes somente na Convenção Coletiva. "Através do sindicato eu tenho voz, tenho respaldo jurídico e tenho pessoas que vão me ajudar caso eu tenha qualquer questão. A Convenção Coletiva me certifica que eu tenha acesso aos meus direitos", finalizou a trabalhadora.

O Sindpd, de acordo com as necessidades das trabalhadoras de sua base, vem discutindo e implementando melhorias para todas as mulheres. Para que o Sindpd continue lutando e conquistando ao lado da categoria, é importante se tornar parte do sindicato e se assegurar, por meio da Convenção Coletiva do Trabalho, todos os direitos obtidos em anos luta e conquistas para a categoria.

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