Centro de Apoio ao Deficiente Visual – Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 285 milhões de pessoas possuem deficiência visual no mundo e 90% delas pertencem às camadas de baixa renda da sociedade. De acordo com o último Censo realizado pelo IBGE no Brasil, em 2022, sete milhões de brasileiros (ou 3,4% da população) possuem alguma deficiência visual.
Fundado em 1984, o Centro de Apoio ao Deficiente Visual (CADEVI) é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo de ajudar jovens e adultos que perderam a visão. Seu trabalho já impactou positivamente milhares de deficientes visuais. Suas atividades são mantidas por doações, parcerias com empresas e órgãos públicos e com trabalho voluntário.
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Preocupado em contribuir na inclusão de Pessoas com Deficiência (PCDs) não só no mercado de trabalho, mas na sociedade como um todo, o Sindpd-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação de São Paulo) apoia o CADEVI e convida a todos a contribuírem para a manutenção desse projeto tão importante localizado na capital paulista. (Contribua aqui)
A instituição possui certificado de Utilidade Pública Municipal, Estadual e Federal, e registros no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), no Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), além de possuir um Certificado Municipal de Entidade do Terceiro Setor (ETS).
O CADEVI mantém diversas atividades gratuitas para os seus frequentadores, como:
- Atendimento Psicológico
- Orientação e mobilidade
- Inclusão digital
- Artesanato
- Condicionamento físico
- Xadrez
- Karatê
- Pilates
Sindpd tem campanha permanente por inclusão no setor de TI
Em 2024, o Sindpd lançou a campanha intitulada “Empresa legal, inclusão real; cumpra a cota, faça a diferença”, com o objetivo de combater o descumprimento da Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (Lei 8.213/91) por parte das empresas de tecnologia da informação no estado de São Paulo.
Presidente do sindicato, Antonio Neto ressalta: “Não se trata apenas do preenchimento das vagas, mas de entender a lei como uma política de inclusão. As empresas devem buscar criar oportunidades através do investimento em qualificação profissional. É hora de pressionar as empresas e garantir que elas não apenas falem sobre diversidade e inclusão, mas também atuem de fato”.
Além disso, o Sindpd lançou um banco de vagas exclusivo para PCDs, com objetivo de simplificar o processo de contratação para as empresas e ampliar as oportunidades para a comunidade de PCDs.
Devido a uma deficiência significativa no cumprimento das cotas para Pessoas com Deficiência (PCDs), esta iniciativa permite que os candidatos interessados se inscrevam no programa e tenham seus perfis profissionais encaminhados diretamente às empresas que oferecem posições compatíveis.
Acesso o site oficial da campanha (e o banco de vagas para PCDs) clicando aqui.