Tomadoras da Qintess são convocadas para audiência – Os clientes da Qintess acabaram de entrar no rolo do atraso de pagamento de salários da empresa, que deflagrou uma greve atualmente em curso no estado de São Paulo.
A decisão é da Justiça Trabalhista, a partir de um pedido do Ministério Público do Trabalho, e foi tomada após uma audiência sobre a greve iniciada na empresa no dia 30 de abril.
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Agora, o Sindpd vai indicar quem são os clientes, o endereço deles e a estimativa de quantos profissionais atuam em cada contrato.
A audiência aconteceu no dia 30 e a Qintess não enviou representantes. A próxima audiência foi marcada para a segunda-feira, 11.
Em nota, a Qintess disse que não foi à audiência porque não havia sido “regularmente citada para a audiência mencionada” e que depois “compareceu espontaneamente aos autos”.
A Justiça Trabalhista determinou também que não é necessário que o Sindpd estabeleça um número mínimo de funcionários para seguir atendendo as contas.
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Em nota, o Sindpd afirma que a greve está “mantida” pelo menos até a audiência do dia 11, relembrando que funcionários parados não podem ser demitidos ou sofrer descontos.
O sindicato acusa a empresa de “consistentes atrasos” no depósito do FGTS e INSS, não pagamento de férias, atrasos no pagamento do vale-refeição e de verbas rescisórias.
Mais recentemente, o Sindpd agregou na lista a existência de “denúncias” de que as empresas do grupo estariam efetuando descontos em folha dos trabalhadores para o pagamento de empréstimos consignados sem repassar os valores aos bancos credores.
Segundo o Sindpd, a Qintess tem no momento 1,5 mil funcionários no Brasil, dos quais 300 no estado de São Paulo.
(Com informações de Baguete)